*CA-CoP* *CONSERVATION AGRICULTURE COMMUNITY OF PRACTICE*

*for sustainable production intensification*


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Please see herebelow the FEBRAPDP (Brazil No-Till Federation) Newsletter
No. 10.


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*Amir Kassam *

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*From: *Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação <
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*Subject: **Newsletter FEBRAPDP nº 10*
*Date: *30 October 2015 18:04:40 GMT
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Newsletter FEBRAPDP


Edição 10 - 31 de outubro de 2015

http://www.febrapdp.org.br/
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Fórum de Inovação em Agronegócio FEBRAPDP - Edição Panambi/RS

O Fórum de Inovação em Agronegócio ocorreu em 24 de setembro com a
realização da Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação (FEBRAPDP)
e o apoio da COTRIPAL, que cedeu espaço físico em Panambi. O evento é uma
iniciativa da FEBRAPDP para promover a discussão regional sobre as
dificuldades e melhores práticas realizadas no campo.
Estiveram presentes cerca de 40 lideranças da região mobilizadas pela
COTRIPAL, entre elas representantes dos Clubes Amigos da Terra de Panambi,
Ijuí, Palmeira das Missões, Cruz Alta e Tupanciretã. Essas entidades foram
responsáveis por disseminar o sistema plantio direto na região e
contribuíram com o debate sobre os direcionamentos que os agricultores
adotaram nos últimos anos, principalmente no que concerne a derrubada dos
terraços e suas consequências. Também participaram integrantes da COTRIJAL
que vieram de Não-me-Toque a cerca de 69km de Panambi.
O presidente da COTRIPAL, Germano Döwich, abriu o evento com uma fala sobre
a importância dessa iniciativa e participação das entidades para contribuir
com as soluções aos desafios enfrentados pelos agricultores. Em seguida,
Sergio Porn, técnico da COTRIPAL e membro do conselho deliberativa da
FEBRAPDP, agradeceu a presença de todos e explicou a dinâmica do dia.
Alfonso Sleutjes, presidente da FEBRAPDP, apresentou palestra sobre
histórico do sistema plantio direto e os desafios enfrentados pelos
produtores. O pesquisador e professor Antônio Luis Santi da Universidade de
Santa Maria destacou o manejo de solo de precisão e a importância de tratar
cada área da lavoura de forma diferenciada não apenas aplicando
fertilizantes a taxas variáveis.
Em grupos, os participantes foram convidados a refletir , dialogar e
registrar as opiniões sobre: desafios da década de 80 que ainda são
recorrentes, principais pontos das palestras e principais problemas e
entraves encontrados na prática. Após o momento de reflexão e abordagem dos
temas foram listadas as soluções para os problemas apontados. Ao final, os
grupos contribuíram para a FEBRAPDP com uma lista de pedidos a serem
atendidos pela federação e voluntários para realizar atividades necessárias
para desenvolvimento das ações propostas na região de Panambi e arredores.
O Grito do Pai do Plantio Direto no Cerrado

John N. Landers
Texto distribuído no Seminário sobre Sustentabilidade e Desenvolvimento do
Cerrado da Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados, no Congresso
Nacional, em 17 de setembro de 2015
Nos meus quase 50 anos como agrônomo no Brasil, eu tenho presenciado uma
revolução na consciência ambiental do produtor rural, progredindo do
extrativismo rumo à sustentabilidade: agora ele está compactuado com a nova
Lei Florestal, o Cadastro Ambiental Rural[1], a rastreabilidade[2], as boas
práticas[3]e a certificação de produtos de são procedência[4]. Fundamental
em tudo isto, creio eu, foi a nova visão de “Trabalhar com a Natureza em
vez de lutar contra Ela”, engatilhada pela adoção do Sistema de Plantio
Direto. Isto que tornou o Brasil campeão de agricultura conservacionista
nos trópicos e sub-trópicos, mundialmente, com 31 milhões de hectares. Mas,
parece que a sociedade esteja blindada pelas prateleiras dos supermercados
e quer um bode expiatório para a perda da biodiversidade, da qual todo
consumidor tem sua cota indiscutível de responsabilidade. Também, os
passivos ambientais das cidades não são pífias, nem cobradas.
Recentemente, assistimos a uma polarização entre ambientalistas e
ruralistas, degladiando e dividindo a nação sobre o que deve ser uma causa
comum, a conservação dos nossos recursos naturais. O óbice principal ao
entendimento é a relegação da figura do produtor rural ao inimigo da
Natureza, um conceito injusto, mas popularizado como axiomático.
O que indigna os produtores responsáveis, que acatam a lei e protegem a
natureza, é que são sempre colocados no mesmo balaio que os especuladores,
aventureiros e desmatadores ilegais, de difícil controle nas regiões da
 fronteira. Se esses produtores forem tratados com o reconhecimento
merecido, de serem fundamentais para o bem-estar da nação, criaria uma
singularidade de propósito para com a sociedade, em prol do meio ambiente e
para o fornecimento de alimentos sãos e baratos.
O meio ambiente é de todos nós e precisa ser um assunto de aglomeração e
não de divisão.
Eu proponho uma campanha para colocar o produtor rural na mente do votante
como o Aliado No.1 da Conservação, o que, de fato é a esmagadora maioria
dos produtores do meu conhecimento.  Somente assim, vamos conseguir a
solução eficaz da conservação em áreas rurais, o que seria alcançado por
uma recompensa razoável dos serviços ambientais fornecidos pelos produtores
responsáveis. Estamos precisando de uma cenoura e não as multas do comando
e controle, não sempre justas.
Precisamos convencer a grande massa de gente moderada, dos dois lados, de
tomar um rumo não contestatório e relegar os extremos ao esquecimento.
Precisamos de criar uma pororoca de razão moderada no seio da sociedade. O
caminho para isto é re-modelar a imagem pública do produtor rural,
exaltando as múltiplas contribuições dele ao bem-estar da nação e
batizando-o de "Aliado No.1 da Conservação"
Podemos examinar os meios para isto acontecer?
Continua o abaixo-assinado em defesa do glifosato

A Anvisa informou que pretende concluir a reavaliação do glifosato até o
segundo semestre de 2016, seguindo um cronograma factível de reavaliação de
diversos princípios ativos. No entanto, a Justiça ainda não respondeu se
acatará esse prazo ou se manterá a exigência original, de que todas as
reavaliações fossem concluídas em 90 dias – prazo expirado no dia 23 de
setembro.
Sendo assim, a iniciativa da FEBRAPDP de mobilização pelo abaixo-assinado
em defesa do glifosato (
http://febrapdp.org.br/noticias/190/1/febrapdp-organiza-abaixo-assinado-em-defesa-do-glifosato
<http://mbox12.febrapdp.org.br/link/7VbTRea-2cfRJLTI5oP9bhmvAecbcnGziSTEMYGpNYRV1Ds-UD08dBlukjXXEOVFPEA7D02Tk7dM3GxSxH7WuA>)
continua
até a ANVISA iniciar esse processo de avaliação e consulta pública. Se você
ainda não assinou o abaixo-assinado, imprima no site da FEBRAPDP, colha as
assinaturas entre os interessados e envie para a caixa postal no rodapé da
folha.
Implantação e Manejo de Forrageiras em Consórcio com Milho Safrinha

Livro editado pela Embrapa Agropecuária Oeste que aprofunda os
conhecimentos sobre consórcio de milho com braquiária. Contribuição para
técnicos e produtores no momento que essa tecnologia está sendo discutida e
adotada por grande numero de produtores brasileiros. Disponível para
download em http://febrapdp.org.br/artigos
<http://mbox12.febrapdp.org.br/link/7VbTRea-2cfRJLTI5oP9bhmvAecbcnGziSTEMYGpNYQe1A9mNLCiAYmjESam1LvWlcpDTJ9kQeQbQBLTTCCe8g>
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